O ego ratado

Esta malta, que se julga num pedestal incriticável. Companheiros, vocês também têm as vossas fraquezas. E julgarem-se acima da crítica será talvez a mais vulnerável.

Pessoas que não se deixa criticar? Mas.. que sentido é que isso faz? Ser criticado não é opcional. A minha liberdade de criticar começa quando acaba a vossa perfeição, e acreditem, ela acaba mais rapidamente do que aquilo que vocês julgam. Todos vocês já meteram um C cedilhado em vez de um S, que eu sei. Os que não o fizeram talvez seja porque vão ao dicionário (atitude que eu aplaudo). Ou talvez sejam raparigas e já se tenham enganado na escolha do tom da blusa a combinar com a tonalidade das unhas. Ou num dia de folia estragaram um Jack com Cola. Não interessa. Seja como for e der por onde der, chego ao cerne da questão: já todos vocês cagaram nas cuecas. E isso é inegável. Portanto, eu critico as vossas falhas. De forma picuinhas e talvez escusada. Mas com categoria e letras capitalizadas no inicio das frases.

Não que devam ver isso como algo destrutivo. Não. Vejam como quiserem, a minha actuação, o meu circo, é montado ao longo daquilo que vou dizendo. No fim, fazem o que quiserem com a informação. Poderão até guardar o dito, imprimir e… pendurá-lo na parede (ou algo mais prático para uso quotidiano na divisão da casa revestida a azulejo). Não interessa. A minha missão é simples: tirar-vos fora do vosso ego.

Don

Mocking Girl5

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